segunda-feira, 28 de abril de 2008

AFROPRESS: MP do Trabalho engaveta ações contra a Shell e Petrobrás

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notícias

MP do Trabalho engaveta ações contra a Shell e Petrobrás
Por: Redação - Fonte: Afropress: Foto: www.embaixada-americana.org.br - 25/4/2008

Rio - O Ministério Público Federal e o Ministério Público Federal do Trabalho mandaram arquivar sumariamente boa parte das 54 ações protocoladas, em janeiro de 2.006, com pedido de investigação contra a Shell e a Petrobrás para investigação da prática de crimes de discriminação contra negros.
Nas ações, todas elas protocoladas pelo advogado Humberto Adami (foto), presidente do Instituto de Advocacia Ambiental e Racial (Iara), do Rio, e pelo Sindicato Unificado dos Trabalhadores Petroleiros e Petroquímicos dos Estados de Sergipe e Alagoas, era pedida investigação com a abertura de inquérito civil público, nas duas empresas, com base no Balanço Social de ambas.
A entrada das 54 ações - duas para cada Estado e mais o Distrito Federal - foi uma estratégia para pressionar tanto o MPT quanto o Ministério Público Federal a se posicionarem sobre a ausência de negros nessas empresas.
Tanto a Shell quanto a Petrobás - as duas gigantes do setor - apresentam um número insignificante de afrodescendentes. Na Shell, de 1.657 funcionários, apenas 34 eram negros, sendo que nenhum ocupa cargo de chefia. Na Petrobrás - a estatal do petróleo - o registro de apenas 4% de afrodescendentes nos seus quadros. No Brasil, segundo a Pesquisa Nacional de Amastra por Domicílio (PNAD), do IBGE os negros correspondem a 49,5% da população.
Só a Procuradoria Geral do Trabalho de Alagoas, mandou instaurar inquérito civil público e intimou as duas empresas para dar explicações, porém, o inquérito está parado.
Para pedir o arquivamento sumário, o procurador regional do Trabalho da 9ª Região, com sede no Paraná, Ricardo Tadeu Marques Fonseca, argumentou que a Lei não prevê cotas raciais "o que tem levado o Judiciário a refutar a tese das ações afirmativas judiciais". Por isso, acrescentou, "a necessidade de uma ação unificada e coesa do Ministério Público do Trabalho".
Fonseca alegou ainda o princípio da unidade do MP previsto na Constituição Federal: "Estamos a desenvolver metodologia para a coleta de provas e aprofundamento da discussão doutrinária com vistas a proposição de medidas fundamentadas e com viabilidade para obtenção de sucesso judicial. Inexiste inércia", concluiu.

Gaveta
A decisão pelo arquivamento foi tomada na reunião VII Nacional da Coordenadoria Nacional de Promoção da Igualdade do MPT (Cordigualdade), de novembro de 2.007, porém, só foi oficializada no dia 31 de março deste ano. Na reunião, foram aceitos os argumentos do procurador Otávio Brito Lopes, no sentido de que o Programa Coordigualdade (Programa de Promoção de Oportunidades no Trabalho, lançado pelo próprio MPT) ainda não havia elaborado uma metodologia de atuação nestes casos, razão pela qual os bancos do setor público ainda não tinham sido contemplados na primeira fase do Programa.
Também os membros do MPT decidiram só dar prosseguimento à denúncias e representações em empresas que estejam inseridas nos setores abrangidos pelo Programa, ou seja, o setor supermercadista e bancário.
O Coordigualdade é implementado por um Grupo de Procuradores do Ministério Público do Trabalho, que, sob o comando do Procurador Otávio Brito Lopes, entrou com ação contra os cinco maiores bancos, acusando-os de discriminar negros. Todas as ações foram recusadas pelo Judiciário, em primeira instância, sob o argumento de que os dados estatísticos apresentados pelo Procurador não constituíam prova.
Foi a partir dessas ações, que os bancos, por meio da Febraban, sob pressão do MPT e da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, se comprometeramm a o Mapa da Diversidade no setor. O Mapa não prevê ações de inclusão, apenas um censo sobre a situação dos negros no setor bancário e medidas de marketing.

Investigação
Segundo Adami, as ações que não foram arquivadas, foram enviadas para o Rio, onde estão a sede da Petrobrás e da Shell, procedimento que ele considera uma forma de dificultar a investigação. "Não tem de mandar para o Rio porque a investigação local produz mobililização da sociedade e das partes interessadas, o que tira o assunto da inércia. Tal prática frustra a intervenção dos Sindicatos locais, além de violar os princípios da OIT de intervenção equânime, de Governo, Empregados e Empregadores", afirma.
Para evitar que o caso seja abafado justamente por quem teria o dever de investigar - o Ministério Público -, Adami recorreu da decisão de arquivamento em todos os casos em que isso ocorreu ao Conselho Superior do Ministério Público, com pedido de que o caso seja apreciado também pelo Conselho Nacional do Ministério Público que está acima dos Conselhos superiores.
Em resposta ao recurso, o relator do Conselho, Sérgio Couto Frazão determinou, a intimação dos 26 Procuradores Regionais do Ministério Público do Trabalho, bem como a juntada de documentos que comprovem a prática de atos do MPT, nas representações.
Ele disse que a estragégia do MPT e do MPF de arquivar as as ações com pedidos de investigação, são um equívoco e poderá levar a repetição de casos como a doméstica negra Simone Diniz - o primeiro caso em que o Brasil foi condenado pela prática de racismo por um organismo internacional - a OEA.
Neste caso, a condenação recaiu sobre o Estado Brasileiro e a pena (de indenização) acabou sendo assumida pelos cofres públicos, ou seja, pela própria população e não sobre os responsáveis pela discriminação.
"Isso acaba por transferir a responsabilidade pecuniária do praticante do ato de racismo para a coletividade, o que torna a questão do racismo institucional em questão, também econômica, envolvendo recursos públicos, bem como abre a possibilidade do funcionamento deficitário ou omissivo em questão administrativa para o Ministério Público e Poder Judiciário, passível de intervenção do Conselho Nacional de Ministério Público e do próprio Conselho Nacional de Justiça", finalizou.

CEZAR MAIA E O DEM, O EX BLOG, E OS QUILOMBOS DA MARAMBAIA E SACOPÃ(RJ)

CEZAR MAIA E O DEM, O EX BLOG, E OS QUILOMBOS DA MARAMBAIA E SACOPÃ(RJ)

O BLOG DO PREFEITO MAIA E OS QUILOMBOS.

TENHO PARA MIM QUE AS ENTIDADES LIGADAS AS DEFESAS DOS QUILOMBOLAS DEVERIAM URGENTEMENTE TENTAR UM CONTATO COM O PREFEITO CÉSAR MAIA E OS PRÓCERES DO DEM, INCLUSIVE SEU FILHO, DEPUTADO FEDERAL RODRIGO MAIA. É PARA ENTENDER ESTE POSICIONAMENTO VIOLENTAMENTE CONTRÁRIO AOS QUILOMBOS, NÃO SÓ NO RIO DE JANEIRO, COMO EM TODO PAÍS. CESÁR MAIA, DIGAMOS, NÃO ERA ASSIM. LEMBRO QUE NUM DESSES INÚMEROS MANDATOS QUE O MESMO OBTEVE DA POPULAÇÃO DO RIO, O MESMO ATENDEU O PESSOAL DO SACOPÃ, LEVADOS PELA ENTÃO DEPUTADA JUREMA BATISTA( PT-RJ). ACOMPANHEI A AUDIÊNCIA, COMO ADVOGADO DA COMUNIDADE DO SACOPÃ, E O MESMO PREFEITO QUE HOJE É UM DOS MAIS FERRENHOS ADVERSÁRIOS DOS QUILOMBOLAS, TEVE, À OCASIÃO, UMA ATITUDE SÉRIA, SIMPÁTICA, FLEXÍVEL E DEMOCRÁTICA. LEMBRO SUA FRASE DE ENCERRAMENTO DA AUDIÊNCIA, DIRIGINDO-SE AO ENTÃO SECRETARIO EDUARDO PAES: “TEMOS MUITA GENTE PARA INCOMODAR, NÃO VAMOS MEXER COM ESSE PESSOAL QUE ESTÁ LÁ HÁ UM SÉCULO”. POR TAIS RAZÕES, QUERO CRER QUE UMA VISITA, DIGAMOS DE “CORPO PRESENTE”, DAS ENTIDADES QUILOMBOLAS AO PREFEITO E AO DEM, PODE SIM, TRAZER ESSE PREFEITO QUE ESTÁ MUITO LONGE, DESSE TRANSMITIDO PELO BLOG, OU EX-BLOG, COMO ABAIXO, QUE DIARIAMENTE VEICULA MATÉRIAS CONTRA AS COMUNIDADES QUILOMBOLAS, COMO OS ARQUIVOS QUE HISTORIAM, DETALHADAMENTE, AS AÇÕES DO QUILOMBO DA MARAMBAIA(RJ). A APRESENTAÇÃO É BEM DETALHISTA, E DEVERIA POR EM ALERTA TOTAL AS JÁ COMBATIVAS ENTIDADES DE DEFESA DOS QUILOMBOLAS.

HUMBERTO ADAMI

www.adami.adv.br

www.iara.org.br

http://humbertoadami.blogspot.com

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Ex-Blog do Cesar Maia 24/04/2008

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FAKE-QUILOMBOLA E A RUPTURA DA UNIDADE TERRITORIAL BRASILEIRA!

Conheça a apresentação completa realizada por representantes das FFAAs sobre o abuso de definição,o esmagamento da legalidade e o atropelamento ao direito de propriedade ! São 31 quadros. Veja no quadro 30 o tamanho que ficaria o Brasil, no caso de todas as demandas territoriais quilombolas, demarcatórias e MST forem acatadas. Sobraria pouco.

Clique abaixo.

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domingo, 27 de abril de 2008

JORNAL DA NOITE - DENGUE - 15.04.2008 -

Jornal da Noite - Dengue
PARTICIPAÇÃO DE HUMBERTO ADAMI - A LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E O COMBATE À DENGUE - Confira o que frisou na matéria do Jornal da Noite,na BAND ( 15/04/2008 )o “Dr. Humberto Adami” ( Advogado Esp. Dir. Ambiental):... “Não se pode deixar uma criança morrer , p’ra se deixar a bromélia reproduzindo mosquito". http://decidadaoparacidadao.blogspot.com/2008/04/aedes-in-rio-4-ou-como-viver-deus-dar.html http://www.youtube.com/watch?v=M_Z5453qqmU&eurl=http://www.orkut.com/FavoriteVideos.aspx?uid=18374958267347686308

26 PROCURADORES REGIONAIS DO MPT RESPONDEM AO CNPM POR PETROBRÁS & SHELL

26 PROCURADORES REGIONAIS DO MPT RESPONDEM AO CNPM POR PETROBRÁS & SHELL

26 PROCURADORES REGIONAIS DO TRABALHO RESPONDEM A NOTIFICAÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO-CNMP, NOS AUTOS DOS 31 PEDIDOS DE PROVIDÊNCIA EFETUADOS POR IARA - INSTITUTO DE ADVOCACIA RACIAL E AMBIENTAL, SINDICATO DOS PETROLEIROS DE SERGIPE E ALAGOAS E FEDERAÇÃO NACIONAL DE ADVOGADOS, SOBRE INÉRCIA NAS REPRESENTAÇÕES DE DESIGUALDADE RACIAL NO ÂMBITO DE PETROBRAS E SHELL, EFETUADAS NAS 27 ESTADOS DA FEDERAÇÃO E DISTRITO FEDERAL.

RELEMBRANDO, O SINDICATO DE PETROLEIROS DE SERGIPE E ALAGOAS-SINDIPETRO SE/AL, E O IARA-INSTITUTO DE ADVOCACIA RACIAL E AMBIENTAL, FIZERAM DENÚNCIA AO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO REQUERENDO INQUÉRITO CIVIL PÚBLICO PARA APURAR POR QUE RAZÕES OS BALANÇOS SOCIAIS DE PETROBRÁS APRESENTAVAM APENAS 4% DE AFRODESCENDENTES, NO TOTAL DE TRABALHADORES DA EMPRESA, BEM COMO, NA SHELL, EM 1.700 FUNCIONÁRIOS, APENAS 34 INDIVÍDUOS NEGROS E 0% (ZERO POR CENTO) DE NEGROS EM CARGOS DE CHEFIA, CONFORME OS NÚMEROS ANUNCIADOS PELO PRÓPRIO SITE DAS EMPRESAS. OS INQUÉRITOS FORAM REQUERIDOS NOS 27 ESTADOS DA FEDERAÇÃO E DISTRITO FEDERAL.

HÁ NOTICIA DE QUE O MINISTÉRIO PUBLICO DO TRABALHO EM ALAGOAS PROSSEGUIU NAS INVESTIGAÇÕES DAS REPRESENTAÇÕES, REALIZANDO AUDIÊNCIAS PÚBLICAS E CHEGANDO AO NÚMERO DE 39 NEGROS EM 250 TRABALHADORES NA PETROBRAS, EM ALAGOAS. TAMBÉM HÁ NOTÍCIA DE TRANSFERÊNCIA DA INVESTIGAÇÃO PARA O MPT DO RIO DE JANEIRO, POR ALGUMAS REGIONAIS DO MPT NOS ESTADOS, BEM COMO, ALGUNS POUCOS CASOS DE ARQUIVAMENTO (PORTO ALEGRE, VITÓRIA E CURITIBA), EM FACE DE DECISÃO DE TRANSFERÊNCIA PARA O RIO, POR SER SEDE DAS EMPRESAS.

OS REQUERENTES DISCORDARAM E RECORRERAM DOS ARQUIVAMENTOS AO PRÓPRIO CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PUBLICO DO TRABALHO-CSMPT, E ENTENDEM QUE TAL PRÁTICA FRUSTA A INTERVENÇÃO DOS SINDICATOS LOCAIS NA QUESTÃO, NOS 27 ESTADOS E DISTRITO FEDERAL, ALÉM DE VIOLAR OS PRINCÍPIOS DA OIT DE PARTICIPAÇÃO EQUÂNIME DE GOVERNO, EMPREGADOS E EMPREGADORES.

NOS 31 PEDIDOS DE PROVIDÊNCIA IMPETRADOS JUNTO AO CONSELHO NACIONAL DE MINISTÉRIO PÚBLICO-CNMP, O CONSELHEIRO SERGIO COUTO FRAZÃO, DETERMINOU, EM DECISÃO HISTÓRICA, A INTIMAÇÃO DOS 26 PROCURADORES REGIONAIS DO MPT, BEM COMO A JUNTADA DOS DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS DE PRÁTICA DE ATOS PELO MPT, NAS REPRESENTAÇÕES (VER EM http://br.groups.yahoo.com/group/discriminacaoracial/message/40085)

OS REQUERENTES UTILIZARAM OS CONCEITOS DE RACISMO INSTITUCIONAL INSERTOS NOS DOCUMENTOS DA OEA - ORGANIZAÇÃO DE ESTADOS AMERICANOS, QUE MENCIONAM A RESISTÊNCIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO, EM GERAL, E DO PODER JUDICIÁRIO, PARA ADOTAR PROVIDENCIAS DE COMBATE AO RACISMO NO BRASIL.

REFEREM-SE ESPECIFICAMENTE O RELATÓRIO DO CASO DE SIMONE DINIZ, ONDE HÁ DEZ ANOS HOUVE O ARQUIVAMENTO DE UM CASO DE RACISMO DENUNCIADO POR EMPREGADA DOMÉSTICA EM SÃO PAULO, ATRAVÉS DO INSTITUTO DO NEGRO PADRE BATISTA, COM PRÁTICAS OMISSIVAS SEMELHANTES, PRATICADAS POR UM DELEGADO DE POLÍCIA, UM PROMOTOR DE JUSTIÇA E UM JUIZ DE DIREITO, QUE MANTIVERAM O ARQUIVAMENTO, RESULTANDO NA CONDENAÇÃO DO ESTADO BRASILEIRO À INDENIZAÇÃO, O QUE NA VERDADE, APÓS UMA DÉCADA, TRANSFERE RESPONSABILIDADE PECUNIÁRIA DO PRATICANTE DE ATO DO RACISMO PARA A COLETIVIDADE, AO INVÉS DO PAGAMENTO PELO INDIVÍDUO.

ISTO TRANSFORMA A OMISSÃO E O RACISMO INSTITUCIONAL EM QUESTÃO ECONÔMICA, ENVOLVENDO RECURSOS PÚBLICOS, E A POSSILIBILIDADE DO FUNCIONAMENTO DEFICITÁRIO OU OMISSIVO, EM QUESTÃO ADMINISTRATIVA PARA O MINISTÉRIO PÚBLICO E PODER JUDICIÁRIO, PASSÍVEL DE INTERVENÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DE MINISTÉRIO PÚBLICO E CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA.

NO CASO DOS BANCOS PRIVADOS, ONDE FORAM AJUIZADAS AÇÕES CIVIS PÚBLICAS POR DESIGUALDADE RACIAL CONTRA OS CINCO MAIORES BANCOS DO PAÍS, OS NÚMEROS UTILIZADOS PARA A PROPOSITURA DA AÇÃO CIVIL PÚBLICA FORAM APENAS OS DO DISTRITO FEDERAL, EMBORA ANUNCIADA UMA OPERAÇÃO NACIONAL NOS 27 ESTADOS E DISTRITO FEDERAL, SENDO CERTO QUE MUITOS DELES NÃO TEM SEDE EM BRASÍLIA.

OS PEDIDOS DE PROVIDÊNCIA INTERPOSTOS AO CONSELHO NACIONAL DE MINISTÉRIO PÚBLICO PODEM SER ACOMPANHADOS ON LINE PELO SITE WWW.CNMP.GOV.BR - EM “ACOMPANHAMENTO PROCESSUAL” DIGITAR “INSTITUTO DE ADVOCACIA”.

HUMBERTO ADAMI

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IARA - INSTITUTO DE ADVOCACIA RACIAL E AMBIENTAL

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sábado, 26 de abril de 2008

Pesquisadora aponta retrocesso na política de combate ao racismo nas escolas - A denúncia da Cavaleiro

A descontinuidade da implantação da Lei 10639, agora Lei 11.645, e na verdade 9394/96, só tem sentido se houvesse uma continuidade, ou um início, como política ministerial.

Política ministerial, não se estende a municípios escolhidos, mas a todos os municípios brasileiros, em todos os estados, incidente nas escolas públicas e privadas.

Em minha opinião, isto não é um assunto do secretário da Secad, apenas, mas do próprio ministro da Educação.

Como é do Prefeito, do Governador, dos Secretários de Educação, municipal e estadual.

E das diretoras de escola, que devem monitorar, denunciar, alertar.

Uma denúncia deste tipo deve ser repassada a cada unidade do Ministério Público Federal, nos estados, bem como aos Ministérios Públicos estaduais, nos Municípios.

A verdade é que a Lei 10.639 foi ratificada pela Lei 11.645/2008, e ambas são trechos da Lei 9394/96 – A lei de diretrizes e base da educação.

Não há o que discutir.

A lei tem previsão para casos do seu não cumprimento, em seu art. 5º, Parágrafo 4º. :

Art. 5º O acesso ao ensino fundamental é direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída, e, ainda, o Ministério Público, acionar o Poder Público para exigi-lo.

§ 1º Compete aos Estados e aos Municípios, em regime de colaboração, e com a assistência da União:

I - recensear a população em idade escolar para o ensino fundamental, e os jovens e adultos que a ele não tiveram acesso;

II - fazer-lhes a chamada pública;

III - zelar, junto aos pais ou responsáveis, pela freqüência à escola.

§ 2º Em todas as esferas administrativas, o Poder Público assegurará em primeiro lugar o acesso ao ensino obrigatório, nos termos deste artigo, contemplando em seguida os demais níveis e modalidades de ensino, conforme as prioridades constitucionais e legais.

§ 3º Qualquer das partes mencionadas no caput deste artigo tem legitimidade para peticionar no Poder Judiciário, na hipótese do § 2º do art. 208 da Constituição Federal, sendo gratuita e de rito sumário a ação judicial correspondente.

§ 4º Comprovada a negligência da autoridade competente para garantir o oferecimento do ensino obrigatório, poderá ela ser imputada por crime de responsabilidade.

Tenho para mim, que é chegado o momento das entidades de Movimento Negro partirem para a adoção de medidas visando a APURAÇÃO DE CRIME DE RESPONSABILIDADE, de acordo com a Lei 1.079, de 1950, para as autoridades apontadas como responsáveis e solidárias no cumprimento da Lei 9394/96.

NO DIA 29.04, ESTAREMOS LANÇANDO O “OBSERVATÓRIO DA ADVOCACIA RACIAL”, a funcionar no site www.iara.org.br, do INSTITUTO DE ADVOCACIA RACIAL E AMBIENTAL, ora em fase de experiência, onde foram copiados mais de 200 inquéritos civis públicos, do Ministério Público Federal e Ministérios Públicos Estaduais, notadamente o do Rio de Janeiro, de forma que muitas das respostas das diretoras das escolas intimadas a dar cumprimento à lei de história da África e Cultura Afro-brasileira, servirão de base a muitas pesquisas para os interessados no tema.

HUMBERTO ADAMI

www.adami.adv.br

INSTITUTO DE ADVOCACIA RACIAL E AMBIENTAL

Pesquisadora aponta retrocesso na política de combate ao racismo nas escolas Adriana Brendler Repórter da Agência Brasil
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Brasília - As políticas de combate à desigualdade racial desenvolvidas pelo Ministério da Educação (MEC) foram interrompidas a partir de 2007 e estão causando retrocesso na implementação de ações educacionais na área étnico-racial em estados e municípios. Entre elas, o cumprimento da Lei 10.639, de 2003, que torna obrigatório o Ensino de História e Cultura Afro-brasileiras e Africanas nas escolas. A avaliação foi feita por Eliane Cavalleiro, pesquisadora na área de educação e racismo da Universidade de Brasília (UNB), durante palestra realizada hoje (16) na Conferência Nacional de Educação Básica, em Brasília. Segundo a professora, que foi coordenadora-geral de Diversidade e Inclusão Educacional do MEC de 2004 a 2006, várias políticas, como a de apoio técnico e financeiro ao Programa Cultura Afro-Brasileira, desenvolvido no período em que ela esteve na instituição, foram interrompidas em 2007. De acordo com ela, durante esses dois anos o MEC repassou recursos financeiros e técnicos a municípios para implantação de escolas em comunidades quilombolas, para distribuição de material didático-pedagógico e para ações de formação continuada de professores. “Eram políticas importantíssimas para a implementação de uma educação anti-racista, ao combate de fato à discriminação que está presente no cotidiano escolar. Na medida em que ele [MEC] pára, as ações nos estados e municípios também param. Há uma interrupção de 2006 até 2008, há um retrocesso institucional no combate ao racismo” afirmou Eliane Cavalleiro. Ela apresentou uma relação com 18 livros e materiais editados em 2005 e 2006 e não publicados em 2007, além de cinco títulos que tiveram projetos editoriais iniciados em 2006 e que até hoje não foram concluídos. Para a pesquisadora, a política do MEC na área étnico-racial é descontínua, fragmentada e frágil, inclusive em termos de recursos humanos. Como exemplo, citou a equipe da Coordenação de Diversidade e Inclusão Educacional, que tinha mais de 20 técnicos há dois anos e hoje foi reduzida a menos da metade. Presente à conferência, o diretor do Departamento de Educação para Diversidade e Cidadania do MEC, Armênio Schmidt, respondeu às criticas, mas confirmou a suspensão da distribuição de material didático e de ações de formação de professores na área étnico-racial em 2007. Segundo ele, a interrupção, “apenas externa”, nas ações voltadas à questão racial, ocorreu por causa das mudanças no sistema de financiamento do MEC. “O MEC ficou esse período de 2007 construindo uma nova forma de indução de políticas, de relação com estados e municípios, que foi o Programa de Ações Articuladas. Durante o ano passado realmente não houve publicações e formação de professores. Mas, na nossa avaliação, não houve um retrocesso, porque isso vai possibilitar uma nova alavanca na questão da Lei (10.639). Agora, estados e municípios vão poder solicitar a formação de professores na sua rede, e o MEC vai produzir mais publicações e em maior número” argumentou. Durante os debates, que seguiram à exposição da pesquisadora, a falta de material didático, definições e orientações pedagógicas para tratar tanto a temática racial como as situações de discriminações e racismo nas escolas foram apontadas por professores da educação infantil e ensino fundamental. Marinês Militão, professora de educação infantil, nível de ensino onde há maior concentração de alunos negros, disse que não tem material para trabalhar em sala de aula. “Eu já pedi mil vezes para o MEC, mas até agora nada”, lamentou. Schmidt informou que o MEC está em fase de levantamento das demandas dos estados e municípios. De acordo com ele, novos materiais didático-pedagógicos ligados à questão racial devem voltar a ser distribuídos pelo ministério a partir do segundo semestre deste ano. A estimativa de prazo é a mesma para novas ações de formação de professores, que devem ser realizadas na modalidade a distância.

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quinta-feira, 17 de abril de 2008

A USP e seu programa de inclusão-Renata Cafardo ( e comentários)

A USP DEVE TER COMBATE DIÁRIO, NA QUESTÃO DA AÇÃO AFIRMATIVA. PELO SEU TAMANHO, PELA EXCELÊNCIA, PELA QUANTIDADE DE PESSOAS ENVOLVIDAS E PRINCIPALMENTE PELO MONTANTE DE DINHEIRO PÚBLICO, DE TODOS, QUE ALI É COLOCADO. HUMBERTO ADAMI WWW.ADAMI.ADV.BR http://humbertoadami.blogspot.com * O ESTADO DE S.PAULO * JORNAL DA TARDE * AGÊNCIA ESTADO * ELDORADO AM * ELDORADO FM * ILOCAL.COM.BR * CLASSIFICADOS ZAP * BLOGS 14.04.08 Link permanente A USP e seu programa de inclusão por Renata Cafardo, Seção: Ensino Superior s 19:00:19. A Universidade de São Paulo (USP) divulgou na semana passada uma ampliação de seu programa de inclusão, conhecido como Inclusp. A instituição criou o que foi chamado de avaliação seriada, ou seja, uma prova que será feita ao fim de cada ano do ensino médio, contando pontos para o vestibular da Fuvest. Como se trata de ação afirmativa, só podem participar estudantes de escolas públicas de São Paulo. A USP entende que o programa deve ser ampliado - desde 2006 dá 3% de bônus para alunos da rede pública - porque obteve bons resultados. Atualmente, 26,3% dos alunos da instituição vieram de escolas estaduais ou federais, são 2.713 estudantes. Em 2007, o número era um pouco menor, 2.448, e, em 2006, maior (2.719). Para a pró-reitora de graduação, Selma Garrido Pimenta, o Inlcusp conseguiu reverter uma tendência de queda acentuada no número de inscritos oriundos de escolas públicas na Fuvest e, para ela, já é uma boa notícia. Grupos favoráveis às cotas não se dizem satisfeitos. A ONG Educafro, que mantém cursinhos para alunos negros e carentes, divulgou uma carta aberta em que diz que "os péssimos resultados são frutos de uma ação proposital, detalhadamente planejada, elitista e preconceituosa". Ainda afirma que "na contramão da história, (a USP) não aceita falar em etnia, racismo e discriminação contra negros, como se o problema não existisse e como se não lhe coubesse responsabilidade". Brigas à parte, os dois lados comemoraram os primeiros resultados do desempenho acadêmico dos jovens beneficiados pelo Inclusp em 2007. No primeiro ano de curso na USP, os calouros que vieram de escolas públicas tiveram média 6,3 e o restante, 6,2. Em alguns cursos, a diferença passa dos 2 pontos, com desvantagem para quem cursou escola particular. Esse tipo de resultado se repete em outras universidades que implementaram políticas afirmativas. Link permanente Permalink 34 comentários Comentários: Comentário de: Fey [Visitante] 15.04.08 @ 05:45 Notícia interessante, mas com uma observação: Devemos ser sóbrios com os resultados, pois para quem ler apenas esse último pedaço de informação, deixa a conotação deque estudantes de escolas públicas tem desempenho melhor doque os das escolas particulares. Os calouros de escolas públicas tiveram uma média de 0,1 ponto mais alto doque os seus colegas de escolas particulares depois que foi implementado o programa de dar vantagem (3%) com antecedência pela Inclusp. Com tal vantagem é de se esperar um resultado mostrado pela tabela mesmo. Não subestimo aqueles que tem origem humilde, mas quero enfatizar que um verdadeiro programa de inclusão, é aquele que inclui educação de qualidade não somente no nível universitário mas sim des do primeiro grau. Contudo os critérios utilizados na inclusão pela USP provavelmente é o mais sensato -não é uma solução definitiva ideal, e portanto não se pode dizer que os males da educação brasileira se resolve dessa maneira, mas é melhor doque se baseiar em critérios puramente raciais. A ONG Educafro escandaliza nesse ponto.Aliás, interessante como eles separam as expressões "afro-descendentes" e "carentes", como se a afro-descendência em sí fosse um fator de desvantagem fora o fato de ser carente num país onde a descriminação é muito mais social doque racial. Descriminação real seria se as univesidades não permitissem a aplicação de negros e pobres a seus vestibulares, não é o caso. De acordo com a Unicamp, a mesma Educafro quis reservar 88% das suas vagas a alunos da rede pública. Oque me leva a duvidar se esta é realmente uma ONG preocupada com a educação ou "estatísticas de educação". Tampar a realidade com números é muito fácil. Se a Educafro quer tanto eliminar diferenças, porque não começar investindo e reinvidicando melhores condições aos alunos carentes já des da pré-escola??? Comentário de: Fábio de Castro [Visitante] 15.04.08 @ 12:04 Fey, acontece que os alunos provenientes da escola pública não são melhores só no vestibular. Eles têm melhor desempenho no decorrer de todo o curso. A USP ainda não confirmou isso, mas a Unicamp já. Os alunos das escolas públicas têm melhores resultados. Ou seja, eles agregam mais qualidade à universidade: http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?data[id_materia_boletim]=8559 Comentário de: ANDRE [Visitante] 15.04.08 @ 12:06 Renata, "ideal" seria se todos tivessem as mesmas oportunidades e se valessem dos mesmos critérios para entrar nas universidades públicas. Como o "ideal" aqui não existe, partimos para planos de cotas, assistências, etc. Dentre as propostas acho a da USP a "melhor", pois, de qualquer maneira, passa-se no vestibular por merecimento e não por ser desta ou daquela "etnia" apenas (ou seja lá a classificação de cor, raça, etc que for). Cuidados apenas para não satisfazer por completo os pedidos como os da referida ONG, que a meu ver, querem segregar as vagas em pról de uma dita "minoria", sem sabermos se merecem ou não tais vagas. E não esqueçamos que aqui "ainda" é uma democracia, e, parte-se do princípio que temos direitos iguais. Saudações!!! Comentário de: ANDRE [Visitante] 15.04.08 @ 12:11 Complementando... O fato de em alguns cursos os alunos oriundos de escolas públicas obterem desempenho melhor que os de escolas particulares, não pode validar a segregação de vagas ou concorrência desleal para se adentrar na universidade. Incentivos sim, segregação não! Comentário de: Antonio Carlos de Oliveira [Visitante] 15.04.08 @ 12:21 Direitos iguais deveriam ser efetivamente o de uma "democracia". Direitos iguais seriam efetivamente o direito de todos, não é o caso no País, senão vejamos: Os "negros ou afrodescendentes" como queiram são: 0% na FEBRABAN, SENACs, SESCs, CNIs, MINISTÉRIO PÚBLICO, CBF, CBT, FIESP, FIERJ, FIRG no Brasil, enquanto nos Países onde aconteceram de fato ações afirmativas: Holanda, Inglaterra, Estados Unidos e até mesmo na África do sul, em pouquíssimo tempo conseguimos superar essa realidade. O RACISMO sórdido e ardiloso no País é que não permite à negros e afrodecesdentes uma escala maior no cenário nacional. Esse País tem uma elite quase igual à da África do Sul e da Alemanha no período Hitler, mas tinha mais coragem, matavam, escravizavam e encorajavam a discriminação. Há tivéssemos um MP e JUSTIÇA. Comentário de: Renata Cafardo [Membro] 15.04.08 @ 13:45 Caros Fey e Fabio, Não sei se não ficou claro no post, mas o desempenho acadêmico a que me refiro dos estudantes de escola pública são suas notas durante o primeiro ano de curso e não durante o exame vestibular. E, sim, Fabio, é justamente isso que a USP provou agora, como a Unicamp. Clique no link "resultado" no post e terá esses números. Abraços e obrigada pelos comentários Comentário de: Fábio de Castro [Visitante] 15.04.08 @ 13:52 Mas Andre, quem falou em "segregação"? Na Unicamp o sistema dá pontos de bonus para os alunos provenientes de escola pública. Não é segregação, é correção de uma realidade distorcida, onde quem paga a universidade pública não consegue entrar nela (há um mito de que a universidade pública é gratuita, mas não é. Ela é paga - e a um preço bem caro - pelo contribuinte). Nem são tantos pontos assim de bonus. E o resultado é que esses alunos têm desempenho melhor que o dos outros ao longo do curso. Então, no fim das contas, graças à inclusão dos alunos que originalmente seriam SEGREGADOS por estudarem em escola pública, temos uma universidade de mais qualidade. Com mais retorno para a sociedade que a banca. Não vejo nada de injusto nisso. Comentário de: Fábio de Castro [Visitante] 15.04.08 @ 13:53 Verdade, Renata. A USP provou também. Eu não tinha lido ainda, heheeh. E, sim, era o que eu estava tentando dizer: não se trata de melhores notas no vestibular, mas no decorrer do curso. Abs! Comentário de: Alexandre [Visitante] 15.04.08 @ 14:20 O que poderia explicar essa melhor média dos alunos da escola pública? Minha esposa é professora da rede estadual, sendo portanto testemunha da demolição completa da qualidade de ensino vigente no sistema público. Estatística mente devem existir alunos mais capacitados na rede pública, simplesmente pelo fato de serem mais numerosos e porque, felizmente, inteligência não esta associada diretamente à renda da pessoa. Mas, sem dúvida a qualidade da formação recebida entre um aluno de escola particular e um outro do sistema público é bem diferente, com prejuízo para o segundo. Então como explicar esse fato? Mais vontade de estudar? Percepção de ter recebido uma oportunidade que deve ser aproveitada? O que ocorre na opinião de voces? Comentário de: Jose Cambraia [Visitante] 15.04.08 @ 14:47 Olá Renata, só estou passando por aqui para dar parabéns ao seu trabalho. Um abraço Zé Cambraia Comentário de: Belmir [Visitante] 15.04.08 @ 14:54 inclusão com critérios iguais são válidos. For isso vira racismo! RIMOU boa tarde vagabundos natos.... Comentário de: ANDRE [Visitante] 15.04.08 @ 15:00 Caro Fábio, eu disse "cuidado" para que não vire segregação...e não que há segregação. Atitudes de inclusão como as da USP e UNICAMP são louváveis. Receio apenas que se deixar levar exclusivamente pelas vontades de algumas ONG`s, etc, corre-se o risco de segregação, visto que, hoje no Brasil o que mais se tem é corporativismo e proteção única e exclusiva a interesses próprios e dos seus, muitas vezes, em detrimento da maioria que paga impostos honestamente e que tem por direito ser tratado com igualdade perante os outros. Comentário de: Marlon. [Visitante] 15.04.08 @ 15:07 quem precisa de cotas,ou inclusão deve ser inconpetente..td mundo é igual,não faz merd* nenhuma e quer de mão beijada,não é assim não,quem faz isso é vagabundo msm como disse o amigo Belmir e faz preconceito contra si próprio. Não à inclusão! Sim ao provão! Comentário de: Belmir [Visitante] 15.04.08 @ 15:12 Querido Marlon, Para começar,se seu nome começa com M, o preço deve ser o pvm.(Rimou de novo). Polícitamente falando, é mais fácil incluir do que testa-los,porque ai pode virar "filme" , e a embalagem será dheltaphilm. Espero ter sido claro, forte abraço continuarei, com minha conversinha mole,porém sabia... Comentário de: jose [Visitante] 15.04.08 @ 15:33 Muito boa a exposição do(a) Fey (15.04.08 @ 05:45). À exceção dos erros de português, não há o que retocar. Muito bom conteúdo! Comentário de: Digo [Visitante] 15.04.08 @ 15:57 Alunos oriundos de escolas públicas ( na grande maioria "pobres" ), tem as notas maiores no curso por valorizarem mais a oportunidade que tem, pois pode ser a última de sua vida, e seu futuro está depositado em sua formação acadêmica. As universidades devem abrir mais vagas aos pobres sim, ainda é muito pouco. Abraços Renata Comentário de: Alexandre [Visitante] 15.04.08 @ 16:17 Concordo com o seu comentário, Digo, e justamente por isso acho que as características desse gupo de alunos devam ser estudadas com mais profundidade pelos gestores dos programas de inclusão. Infelizmente, na escola pública a criminalidade "come solta" como um rastilho de pólvora e por algum motivo, nesses alunos que participaram do programa, ainda há alguma valorização da formação educacional. Ou seja, ainda resistem os valores sociais, éticos que são a base da nossa sociedade. Estudar o que caracteriza isso nessa população de alunos, seja a existência de uma família mais estruturada, ou a presença de um parente que signifique um modelo para esses jovens e que ainda lhes dê uma noção de futuro, ou ainda de outra característica qualquer, poderia ajudar a melhorar a situação dos demais que vem desse mesmo grupo social. Não concordo apenas que devam ser abertas vagas ao mais "pobres". Mesmo porque pobreza não é simplesmente econômica, mas principalmente cultural e de valores sociais. O que tem que ser feito é dar educação básica de boa qualidade, até para que o indivíduo possa decidir se a Universidade é a sua melhor opção ou não. Não acho que a Universidade resolva tudo e talvéz fosse possível viver com dignidade só com o segundo grau e uma boa visão de cidadania (-direitos e deveres). Abraços a todos. Comentário de: ARUEN DAVI DE LIMA RAMOS [Visitante] 15.04.08 @ 16:21 Sou estudante do ensino superior em instituição privada, (ultimo semestre de Adm) e no ano que prestei vestibular não estava preparado para a fuvest devido ao fato de ter estudado em escola publica e só conseguir prestar o vestibular três anos depois da conclusão do ensino médio, mas este tipo de noticia mostra a democratização das oportunidades e vemos que cada vez mais a burguesia terá de enfrentar a classe media e baixa se destacando e se impondo, o tempo de tolerância e conformidade acabou, temos jovens valentes e eles usufruíram os méritos que nos iremos galgar daqui para frente, a inclusão cada vez será maior, pois à medida que membros da sociedade menos favorecidos adquirirem conhecimento e discernimento serão capazes de lutar e influenciar quem até então era enganado e induzido a viver na escuridão da ignorância. Comentário de: Nereu [Visitante] 15.04.08 @ 17:01 Se aumentar as estatísticas consideravelmente, vai ter rico, tirando bens de nome para se passar de probrezinho e ter mais chance. Acredito o que valer,é o potencial indívidual de cada 1, e não sua classe social. Pobre adora se fazer de coitado, reclama , m,as não faz nada pra mudar, tenho como exemplo parentes, que vivem na "draga", e quando tirão um qualquer em vez de investir em estudos, gastam com bobagens. Não podemos desconsiderar que muitos que investem em estudos, NÂO SÂO RICOS e sim prezam por um futuro melhor. Comentário de: Renato [Visitante] 15.04.08 @ 17:23 A USP pelo menos está dando uma porcentagem menor em um nivel em que não passam pessoas que não estão preparadas para entrar em uma universidade devido a má condição do ensino publico. Em relação a cobrança da tal ONG por um mecanismo racista para a seleção de quem entra na universidade não dá nem para comentar. Comentário de: Digo [Visitante] 15.04.08 @ 18:43 Alexandre, Concordo contigo, quando disse aos mais "pobres", quiz dizer aqueles que se esforçam nas esolas porém sem condições para pagar um cursinho de qualidade, onde se torna covardia a concorrência com os mais favorecidos. Acho interessante um vestibular a parte para escolas públicas, que seja uma "cota"! Pois as universidades públicas estão cheio de alunos que podem pagar uma faculdade particular, não que não possam entrar em universidades federais, mas que seja uma disputa justa. Abraços. Comentário de: Antonio Carlos de Oliveira [Visitante] 15.04.08 @ 18:49 Saiba Marlon, que o Direito dos "Negros ou Afro-descendentes não é inclusão e sim Justiça e Reparação, aliás jamais o vi ir contra os Filhos do Nazismo, da Talidomida e nem Mesmo os filhos da Ditadura, todos com direito à reparação e creias, sabe tudo, não foram tão grande os períodos de "exclusão" desses que obtiveram com todos os direitos a reparação, mas basta falar-se em reparação para os "negros" os Arianos saem todos em posição contrária. Comentário de: Leandro [Visitante] 15.04.08 @ 19:18 Renata, apenas uma sugestão: poderia ser criado um link "recomende esta notícia". Abs. Comentário de: Renata Cafardo [Membro] 15.04.08 @ 19:40 Obrigada, Leandro, vou repassar a sugestão para o pessoal do portal aqui. Abraços Comentário de: Herval [Visitante] 15.04.08 @ 21:39 Gostei muito da matéria. Fui aluno de escola pública durante todo o ginásio e, graças a um grande esforço dos meus pais, pude cursar o colegial em uma escola particular. Lembro que sofri um impacto cultural tremendo nesta mudança. Eu, que era o aluno de maior média na minha turma de ginásio, desconhecia completamente cerca de 40% da matéria que já estudada pelos alunos da rede particular! Voltei a me dedicar, desta vez tendo acesso a um conhecimento de qualidade superior e me formei no colégio como o terceiro da turma. É exatamente isso que acontece com os alunos que vão da rede pública direto para a Universidade. Eles têm um grande potencial, mas a rede pública não consegue desenvolve-lo. A USP criou uma maneira eficaz de ajudar estas pessoas e a ela mesma, pois conseguiu de uma única maneira criar um programa de inclusão social para quem merece e aumentar a nota média de seus cursos. Outro ponto positivo é que aumenta a variedade cultural da Universidade. Depois de um ano de cursinho incontáveis horas de estudo eu consegui passar em engenharia na USP antes deste programa ser implementado e ficou muito claro que o poder aquisitivo dos meus colegas de turma era muito superior ao meu. Muitas das vezes eu não conseguia nem participar das conversas cotidianas. Parecia (e era) outro mundo. Considero os programas de cotas uma alternativa extremamente racista. Se existe cotas para negros, então também deveria ter cotas para os brancos, índios, asiáticos, etc. Tenho um amigo negro que cursou engenharia comigo e ele se sentia ofendido com o programa de cotas de outras universidades. Dizia ele "Eu que não tenho um `puto' no bolso, morei os cinco anos no CRUSP e com vale alimentação do bandeijão, consegui passar e me formar na USP. Esse programa de cotas faz parecer que os negros têm alguma inferioridade mental." (Só para situar, para conseguir morar no CRUSP e ter o tal vale alimentação é necessário um "atestado de pobreza"!) Parabéns Renata pela excelente matéria. Comentário de: Fey [Visitante] 15.04.08 @ 21:45 Cara Renata e Fábio Castro. Obrigado por esclarecer a oque se refere as notas. Realmente interpretei erroneamente. Pensei que as pontuações se referissem ao vestibular mesmo. Sendo este o caso, a situação merece ser comemorado mesmo! Mantenho o restante da minha opinião no entanto noque diz respeito a ONG Educafro. O ponto que o Alexandre levantou também é extremamente pertinente. Estive tomando aulas de marketing na escola Haas da Universidade de Berkeley certa vez. A minha professora era indiana com um passado extremamente humilde começando nos bairros pobres em na sua terra natal, e se tornando uma das professoras mais famosas em uma das universidades americanas mais conceituadas. Numa entrevista dentro da faculdade perguntou-se a ela qual foi o seu segredo, e ela disse: "Nenhum. Sempre tive vontade de estudar. Apesar das minhas escolas do primeiro e segundo grau terem um nível muito baixo, acredito que existem alunos que aprendem a aproveitar oque tem ao máximo e outros que não conseguem enxergar oportunidades." Oque ela quis dizer no final das contas é que seja de uma escola particular ou pública, um aluno "agrega" valor a uma instituição e mostra o seu potencial des de que tenha vontade, perseverança e coragem. Qualidades que não existem nem mais nem menos em uma pessoa só por causa da sua situação econômica ou racial. Em um grande contraste (e sim a minha vida foi bem diversificada), tive também a oportunidade de trabalhar lado a lado com brasileiros de classe extremamente baixa, para pagar pelos meus estudos por um certo período. E era realmente difícil encontrar naquele meio, alguém que se interessasse em adquirir qualquer tipo de conhecimento, mesmo sendo jovem e mesmo recebendo um salário suficiente para pagar o mínimo de estudo. Era mais comum gastar o primeiro salário com video-games, rádios, tvs, e computadores. Dentro dessas duas experiências, oque concluo é que o ensino primário até o segundo grau deve sim ser obrigatório, e o nosso país não está fazendo a sua tarefa nessa parte, mas em se tratando de ensino de terceiro grau, depende muito mais do aluno em sí doque de instituições e/ou conspirações elitistas. Se existir uma reforma de verdade na educação básica, essa história de cotas acaba se tornando irrelevante pois todos teriam realmente as mesmas oportunidades. Comentário de: alberto [Visitante] 15.04.08 @ 22:11 A política de inclusão da USP mostra a resposta da Universidade a incompetência tucana em gerir a escola pública. E não esperem que as recentes medidas implamentadas pelo governo José Serra vão apresentar bons resultados. Impostas de cima para baixo, sem envolvimento dos professores, tendem a fracassar. Para eles, o ensino médio é ensino terminal. Quem chegou, chegou. Quem desejar continuar, que se vire. Parabéns aos alunos, aos seus familiares e aos seus professores. Essa união resulta em ensino público de qualidade. Comentário de: Alan Vinicius [Visitante] 15.04.08 @ 23:43 Faz-me-rir essa politica de "inclusão" da Universidade de São Paulo. Dar migalhas aos estudantes das péssimas escolas estaduais (administradas por um mesmo partido a mais de 12 anos). Democratizar a universidade não é dar pontos no vestibular, mas sim reconstruir o ensino fundamental e médio, dar condições de igualdade de concorrência com alunos de colégios caríssimos. Criar escolas públicas de excelência que aprovem basicamente alunos para os cursos mais concorridos (medicina, direito, odontologia, engenharia), onde apenas os filhos da "elite" entram. Sou contra todo e qualquer tipo de cota ou pontuação. Escola pública de qualidade JÁ! Comentário de: João Batista [Visitante] 16.04.08 @ 01:57 Que os alunos da rede pública rende tanto quanto, e até melhor que os demais, em curso superior é fato incontestável por todos os dados que há. Porém, esse é um grande ministério, a minha pesquisa em matemática prova um pouco da razão disto (se quiser conhecê-la é só pelo e-mail, são públicas ): como isso é possível quando o sistemas de vestibulares ¨normalmente¨ diz que esse é inqualificável para ingressar no ensino superior? Um fato é certo: do que é ensinado em doze anos de escola pública nada aparece na prova, mas de três meses de pré-vestibular, e até dos truques didáticos mais nojetos (minha terra tem palmeira onde canta o sabiá... sen a cos b mais senb cos a) NEM VÍRGULA ESCAPA. Comentário de: João Batista [Visitante] 16.04.08 @ 01:59 como não apareceu, o meu e-mail para quem quiser conhecer os meus estudos em matemática/ questões de vestibulares é joaobatistanascimento@yahoo.com.br Comentário de: Otavio [Visitante] 16.04.08 @ 09:31 ...não dá para ler cada declaração e fazer avaliação sem cometer erros. todos estão de certa forma dizendo o que seria melhor... enquanto forem fracionadas todas as questões, todas as medidas terão alguma divergência depois da vírgula... Comentário de: Otavio [Visitante] 16.04.08 @ 09:36 ...serão rejeitadas mensagens que desrespeitem a lei, apresentem linguagem ou material obsceno ou ofensivo, seja de origem duvidosa, tenham finalidade comercial ou nao se enquadrem no contexto do blog. ...? Comentário de: Tony Pirard [Visitante] 17.04.08 @ 06:14 Se tivesse que entrar numa faculdade(dificuldade) através de cotas me sentiria envergonhado e humilhado..! Cara! onde está o orgulho próprio..? Será o efeito Lula que produziu esta situação..? (aquele que vive se gabando por não ter estudado e chegado lá). Bons tempos aquele em que o cara ,entrava na Faculdade na raça,por ter capacidade e se preparado bem..! Ah! que saudade dos colégios franceses ,onde eramos treinados nas escolas e tinhamos orgulho dos professores que tinhamos..! Esses tempos já se foram...! hoje só funciona a mediocricidade...! Comentário de: cfilho [Visitante] 17.04.08 @ 09:23 . Refiro-me ao "Caso Isabella Nardoni" Se eu tinha alguma dúvida até ontem que vivíamos num país sem leis, estas dúvidas foram finalmente eliminadas. Eu fiquei impressionado com a invasão de privacidade de uma família e dos moradores daquelas ruas onde vive a família Nardone. Um bando de delinquentes juvenis, velhos gagás e peruas psicóticas fazem da frente da residência dos Nardoni o palco para desfilar as suas frutrações e prontinhos da silva para fazerem justiça com as próprias mãos (mesmo antes de saberem a verdade)diante das lentes criminosas das redes de tvs e policiais impassíveis ,como se tivesem assistindo a uma luta dos tempos do império romano onde os cristãos eram colocados para serem devorados pelos leões. O triste de tudo isso é que tudo que lá se vê pode acontecer com cada um de nós, as tvs não por ideologia mais pelo objetivo do faturamento a quelquer custo não respeitam a privacidade de ninguém, seus apresentadores 24 horas por dia mantém uma vigilância constante como o Big Brother afinal seus altos cachês precisam a todo custo serem justificados. As autoridades não estão nem ai, não sei como uma segunda tragédia ainda não aconteceu e ainda não invadiram a casa daquela família. Como disse a polícia assiste impassível sem nada fazer, é muito triste este é o país que estamos criando os nossos filhos. Deixe seu comentário: Serão rejeitadas mensagens que desrespeitem a lei, apresentem linguagem ou material obsceno ou ofensivo, sejam de origem duvidosa, tenham finalidade comercial ou não se enquadrem no contexto do blog. Nome: Email: Seu endereço de email não será exibido nesse site. Site/Url: Sua URL será exibida. Texto do comentário: Tags XHTML permitidas: authimage Digite o código acima: Opções: Auto-BR (Quebras de linha se tornam
) Lembrete (Configura cookies para o nome, email & url) Renata Cafardo é jornalista e trabalha desde 2000 no jornal O Estado de S. Paulo. Há cerca de cinco anos se dedica principalmente à cobertura de Educação * BUSCA NO BLOG Todas as Palavras Qualquer Palavra Toda a frase * ARQUIVO * Abril 2008 (2) * Março 2008 (1) * Fevereiro 2008 (4) * Janeiro 2008 (4) * Dezembro 2007 (3) * Novembro 2007 (4) * Outubro 2007 (6) * Setembro 2007 (6) * Agosto 2007 (6) * Julho 2007 (4) * mais... * SEÇÕES * All * Educação fundamental (25) * Educação infantil (1) * Ensino Superior (9) * notícias (7) Deli.cio.us Blinklist Digg! Reddit Newsvine Furl Blogmarks REC6 Linkk Eu Curti Yahoo Technorati RSS Busca Patrocinado por: Publicidade: * TODOS OS BLOGS * * Tutty Vasques * Bate Pronto * Daniel Piza * Patrícia C. Mello * Livio Oricchio * Solano * Luiz Carlos Merten * Luiz Zanin * Jornal do Carro * Advogado de Defesa * Felipe Machado * Blog da Revista * Saul Galvão * Cristina Padiglione * Renato Cruz * Adriana Carranca * Marina Forte * SPFW 2008 Outono/Inverno * Cláudia Trevisan Estadão.com.br: Anuncie | Discador | RSS Estadão: Assinatura | Portal do Assinante | Curso de Jornalismo | Prêmio de Mídia | Top Imobiliário | Cannes | Responsabilidade Corporativa | Conheça o Estadão| Código de Ética Copyright © 2007 - 2008 Grupo Estado. Todos os direitos reservados. Fale Conosco | Participação

REPRESENTAÇÃO LEI 10.639 CHEGA AO TJ-RJ ORIUNDA DA VARA DA INFÃNCIA DE SÃO GONÇALO-RJ

PREZADO(A)S CHEGOU AO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO DE JANEIRO, A PRIMEIRA APELAÇÃO RELATIVA A REPRESENTAÇÕES DISTRIBUÍDAS DIRETAMENTE EM VARAS DA INFÂNCIA E JUVENTUDE, EM FACE DA OMISSÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO LOCAL. É UMA MEDIDA "PRIMA" DAS REPRESENTAÇÕES FEITAS AO MP, SÓ QUE DIRETAMENTE FEITA AO JUIZ DE DIREITO. SERÁ A PRIMEIRA VEZ QUE QUE UM ÓRGÃO COLEGIADO SE PRONUNCIARÁ SOBRE O TEMA. AS AUTORIDADES, PESSOAS JURIDICAS, E OS ÓRGÃOS A SEREM INTIMADOS PELO MM JUIZ DE SÃO GONÇALO, CONSTAM COMO APELADOS. OS APELANTES SÃO IARA E DEMAIS ENTIDADES DO MOVIMENTO NEGRO QUE INGRESSARAM COM REPRESENTAÇÕES EM TODO O PAIS. http://www.tj.rj.gov.br/ http://www.adami.adv.br/ministerio_publico.asp http://www.iara.org.br/ HUMBERTO ADAMI WWW.ADAMI.ADV.BR Consulta Processual - Número - 2ª Instância As informações aqui contidas não produzem efeitos legais. Somente a publicação no D.O. oficializa despachos e decisões e estabelece prazos. Processo No 2008.001.17624 TJ/RJ - QUI 17 ABR 2008 02:08:47 - Segunda Instância - TJ Tipo : APELACAO CIVEL Órgão Julgador : TERCEIRA CAMARA CIVEL Relator : DES. MARCOS ALCINO A TORRES Apdo : SECETARIA MUNICIPAL DE EDUCACAO DE SAO GONCALO Apdo : SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCACAO DO RIO DE JANEIRO Apdo : CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCACAO DO RIO DE JANEIRO Apdo : CONSELHO ESTADUAL DE EDUCACAO DO RIO DE JANEIRO Apdo : CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTIFICO E TECNOLOGICO CNPQ Apdo : COORDENACAO DE APERFEICOAAMENTO DE PESSOAL DE NIVEL SUPERIOR CAPES Apdo : MINISTERIO DE EDUCACAO E CULTURA MEC Apdo : SECRETARIA DE EDUCACAO CONTINUADA ALFABETIZACAO E DIVERSIDADE SECAD Apdo : SECRETARIA ESPECIAL DE POLITICAS DE PROMOCAO DA IGUALDADE RACIAL SEPPIR Apdo : MUNICIPIO DE SAO GONCALO Apdo : MUNICIPIO DO RIO DE JANEIRO e outros Apte : INSTITUTO DE ADVOCACIA RACIAL E AMBIENTAL IARA e outros Origem : SAO GONCALO VARA DA INFANCIA E JUVENTUDE Ação : REPRESENTACAO Processo originário : 2007.004.091163-1 Fase atual : PETICOES P/ DESPACHO Número do Movimento : 4 Data do Protocolo : 10/04/2008 Numero de protocolo : 2008103902 Data remessa ao Orgao : 11/04/2008 Subscritor : IARA E OUTROS Assunto : REQUER JUNTADA DE DOCUMENTOS Aguardando ? (S OU N) : Sim Existem petições/ofício a serem juntados ao processo Data : 10/04/2008 Protocolo 2008.103902 http://www.adami.adv.br/ministerio_publico.asp

AUTORES DA REPRESENTAÇÃO AO MINISTÉRIO PÚBLICO PELA AUSÊNCIA DE IMPLEMENTAÇÃO DA LEI DE HISTÓRIA DA ÁFRICA, LEI No. 10.639/2003

1) INSTITUTO DE ADVOCACIA RACIAL E AMBIENTAL – IARA, neste ato representado por seu Presidente HUMBERTO ADAMI SANTOS JÚNIOR;

2) ABDIAS DO NASCIMENTO, brasileiro, casado, escritor e professor aposentado, ex-Senador da República;

3) FEDERAÇÃO NACIONAL DOS ADVOGADOS – FeNAdv, neste ato representada por seu Presidente WALTER VETTORE;

4) INSTITUTO DE PESQUISAS E ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS - IPEAFRO, , neste ato representado por: sua Diretora-Executiva ELIZABETH LARKIN NASCIMENTO;

5) CRIOLA, neste ato representada por suas coordenadoras e bastante procuradoras LÚCIA XAVIER DE CASTRO, e JUREMA PINTO WERNECK;

6) CASA DA CULTURA DA MULHER NEGRA, neste ato representada por ALZIRA DOS SANTOS RUFINO;

7) Diretor Executivo da EDUCAFRO – Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes, DAVID RAIMUNDO SANTOS OFM;

8) MOVIMENTO NEGRO UNIFICADO – MNU (SEÇÃO RIO DE JANEIRO), neste ato representado por seu Coordenador Estadual RAIMUNDO CLÁUDIO OLIVEIRA SANTA ROSA;

9) CEAP – CENTRO DE ARTICULAÇÃO DE POPULAÇÕES MARGINALIZADAS, neste ato representado por seu presidente CARLOS ALBERTO IVANIR DOS SANTOS;

10) CENTRAL ÚNICA DAS FAVELAS DO RIO DE JANEIRO - CUFA, neste ato representado por sua Diretora-Executiva MARILZA PEREIRA ATHAYDE;

11) Deputada Estadual JUREMA DA SILVA BATISTA, eleita pelo PT/RJ, brasileira, professora de literatura;

12) Vereador EDSON SANTOS DE SOUZA, eleito pelo PT/RJ, brasileiro;

segunda-feira, 14 de abril de 2008

14/04/2008 O Prefeito do Rio e o tema -Quilombolas

O Prefeito do Rio realmente não tira o tema Quilombo da cabeça, apesar da dengue estar em toda a cidade, como informa o noticiário. Agora seu blog dá notícia do lançamento do livro Quilombos, no Leblon. O DEM, ex-PFL,partido do Prefeito, é autor de várias ações contra o tema racial e quilombola. Vejas-se Prouni, dec. 4887, etc. O importante é, como diria Luther KIng, analisar o "silêncio dos bons": onde estão os outros partidos, a sinalizar ao STF a participação política do restante da sociedade? Humberto Adami www.adami.adv.br >Ex-Blog do Cesar Maia 14/04/2008 >------------------------------------------------------------------------------------------ > > >GABEIRA E A BOLSA-DITADURA! > >1. A revista Veja em matéria sobre a bolsa-ditadura -O Preço de um ideal- traz análises e depoimentos sobre o sentido de solicitar indenização, na linha do que escreveu o Millor Fernandes: - Era uma revolução ou um investimento? > >2. No corpo da matéria cita: “O direito a indenização deveria se restringir aos casos de comprovado e irreparável prejuízo", diz o deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ), que foi preso e exilado, mas não pediu um centavo por isso. > >3. Mais ou menos, diria este Ex-Blog. Pediu sim, embora indiretamente. Pediu que se contasse como tempo de serviço para aposentadoria o período em que foi perseguido. Claro que tem um impacto financeiro, forte, definitivo e com direito a pensão de dependentes. Imagine se todos os exilados, presos, que ficaram em clandestinidade, pedissem essa contagem? Quem pagaria, se não os cofres do Tesouro, aliás, da Previdência Social? Aliás, o mesmo caminho do ex-presidente do PT e deputado, José Genoíno. Vejamos. > >4. 'Nº Processo: 2003.01.20837 Requerente: Fernando Paulo Nagle Gabeira. > >Data/Descrição: 19/03/2008 / Setor de Análise - 16/10/2007 - Setor de Protocolo e Diligência - 04/10/2007 / Setor de Protocolo e Diligência - 08/05/2007 / Setor de Análise - 11/04/2007 / Setor de Análise - 21/02/2006 / Setor de Análise - 07/07/2004 / Juntada de documentos - 27/06/2003 - Remessa de Processos à 1ª Câmara. Encontrados 8 andamentos. > > >PREFEITURA DO RIO ECONOMIZA 90 MILHÕES DE REAIS DE CUSTEIO POR ANO, ISSO SEM CONTAR OS INVESTIMENTOS EM REFORMAS SEMPRE NECESSÁRIOS! > >1. Estão concluídos os processos de concessão à gestores privados, de todos os seus equipamentos de esporte, cultura, lazer e turismo. Leia em seguida a lista das 15 concessões: > >2. São eles: > >1) Prédio do Automóvel Clube para o Jazz-Rio. 2) Antigo armazém da Cibrazem na área portuária para o AQUA-RIO. 3) Estádio João Havelange para o Botafogo. 4) Rio-Centro para a GL. 5) Velódromo para o COB. 6) Parque Aquático para o COB. 7) Arena Olímpica para a GL. 8) Circo Voador para o grupo Maria Juçá. 9) Cassino da Urca para o IED. 10) Cidade do Samba para a Liesa. 11) Centro de Tradições Nordestinas para a associação de lojistas locais. 12) Marina da Gloria para EBTE. 13) Centro de Convenções da Cidade Nova para a Racional. 14) Todos os terminais de ônibus para a Rio-Ônibus. 15) Cidade da Música aguarda a aprovação do TCM. A Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira apresentou proposta. > > >POSTOS DE SAÚDE VISITADOS PELO PREFEITO DO RIO NO SÁBADO! > >O Prefeito do Rio visitou em Sepetiba -zona oeste do Rio- três postos de saúde: Waldemar Bernardinelli, Alagado e Balneário Globo. Nos dois primeiros a redução dos casos de dengue era muito grande. No terceiro o numero de casos ainda era praticamente o mesmo. > >Clique e veja duas fotos tiradas no sábado. >http://farm3.static.flickr.com/2311/2411409911_d3914a6d96_o.jpg >http://farm3.static.flickr.com/2347/2410196580_01c633e628_o.jpg > > >SANEAMENTO DE SEPETIBA! > >Obras de 200 milhões de reais de esgoto, drenagem e pavimentação, chegarão a 340 ruas e mudarão as condições do bairro! > >Clique abaixo e veja a inspeção feita pelo prefeito do Rio no sábado. >http://farm4.static.flickr.com/3024/2410196808_e664c0cd73_o.jpg >http://farm4.static.flickr.com/3260/2410196324_f5bfe35374_o.jpg > > >DENGUE: EXPLICANDO NÚMEROS E ENTENDENDO AS FILAS! > >1. Os casos confirmados de dengue no Rio-Capital, a grande maioria por exame clínico- são anotados em fichas e remetidos à central de digitação para processamento, da prefeitura do Rio, na secretaria municipal de saúde. O número de fichas impossibilita a digitação em tempo real. Além disso, sempre que ocorre algum sinal de re-concentração, essas fichas são digitadas na frente, de forma a que as informações geo-referenciadas permitam a ação rápida dos diversos órgãos e serviços. Muitas vezes se amplia a jornada de digitação para se obter mais informações. > >2. Todos os dias o número total de casos é informado publicamente. Alguns meios de comunicação e mesmo pessoas interessadas, diminuem o novo saldo, do saldo do dia anterior, e publicam e divulgam um número: por exemplo: 2 mil casos novos. Isso é colocado em sites: no dia e acumulado. > >3. Na verdade aqueles 2 mil casos se distribuem por vários dias e semanas anteriores e não significam número de casos por dia. A divisão do número de casos em um mês já consolidado informa o número efetivo de casos na media diária. Ela foi crescente entre janeiro e março passando de mais de 400 a cerca de 500 e em março deve fechar em torno de 700. Em abril ainda se digita fichas de março e, portanto estes primeiros dias ainda não são representativos, embora indiquem a possibilidade de uma curva progressivamente descendente. > >4. As filas para exame, diagnóstico e tratamento de dengue -em hospitais e postos de saúde- informam um número muito maior de pessoas que a média dos casos de dengue. Isso se dá por três razões: a) pessoas com dengue de outros municípios cujos casos anotados obedecem a lógica do local da infestação; b) pessoas que pensavam ter sintomas de dengue, mas não tinham; c) pessoas em que foi diagnosticada dengue e que são medicadas, orientadas e retornam para revisão. Nos casos que exigem hidratação venosa elas vêm a um posto de saúde ou hospital seis vezes, como norma. > > >SEPETIBA 3! > >Prefeito do Rio conversa com moradores no sábado! > >Clique abaixo. >http://farm4.static.flickr.com/3062/2409363147_6e80550cb0_o.jpg > > >OCORRÊNCIAS COMPROVADAS DE DENGUE ATÉ O DIA 11/04 NO RIO-CAPITAL, BAIRRO A BAIRRO! > >A Caixa Preta do Governo do Estado permanece. Capital informa diariamente todos os casos comprovados alocando ao dia em que se deu a ocorrência. Mês de abril ainda está recebendo as primeiras fichas digitadas. A tendência à queda -provável- ainda precisa ser comprovada. Governo do Estado informa de tempos em tempos apenas os dados globais. Ainda não abriu a caixa preta. > >Clique abaixo e conheça os dados do Rio-Capital! >http://spreadsheets.google.com/pub?key=ptbaVjzGd296y6i5MI_p8Sw > > >LULA ESTÁ... ONDE O PROBLEMA NÃO ESTÁ! > >Folha de SP -Coluna de Melchiades Filho: BOA VIAGEM ! > >O presidente que vive a escapulir da capital nem pensou em visitar as cidades do Nordeste arrebentadas pelas enchentes. Assim como não cogitou pisar em Jacarepaguá, em Campo Grande ou na Baixada Fluminense, focos dramáticos de dengue. Na Roraima dos arrozeiros, nunca apareceu. Podia tirar a limpo ele mesmo as denúncias de trabalho escravo, mas deixar o palácio para se enfiar no interior do Pará? Pelo jeito, o acidente da TAM estreou um protocolo -Lula, lembre-se, ignorou Porto Alegre e São Paulo e guardou silêncio por dias. Criar uma agenda positiva não é algo trivial na administração pública. Mas Lula leva ao extremo a decisão de só sair na boa. Além de fugir de Brasília, mantém distância das outras desgraças da República. > > >RECEBIDO POR ESTE EX-BLOG, DE MDL! > >Terça-feira à noite, se não me falha a memória, haverá o lançamento de um livro sobre o tema -Quilombolas- na livraria Letras & Expressões da Dias Ferreira, no Leblon. Sugiro o site www.paznocampo.com.br . Há algumas informações sobre o assunto. > > >LULA E O ITAMARATI DEVEM UMA EXPLICAÇÃO! > >Lula foi chamado por Bush de evangelizador do bicombustível. Agora a ONU diz que estimular sua produção é crime contra a humanidade. Grave disjuntiva! > >el país >La ONU afirma que la producción de biocarburantes es un "crimen contra la humanidad" > >El riesgo de una hambruna de consecuencias planetarias provocada por la fuerte carestía de los alimentos ha llevado a las principales instituciones supranacionales a tomar cartas en el asunto. Si el FMI o el BM han advertido durante este fin de semana de los problemas para la estabilildad política de los países pobres ante la carencia de productos básicos como el arroz o el trigo, el portavoz especial de Naciones Unidas para el Derecho a la Alimentación, Jean Ziegler, ha ido más allá al afirmar que la producción masiva de biocombustibles es un "delito contra la humanidad". > >___________________________________ > >Pesquisa e Edição: JCM >Para indicar um amigo: http://www.cesarmaia.com.br >Para descadastrar ou mudar o endereço: http://ymlp5.com/u.php?blogcm+humberto@adami.adv.br > >_____________________________ >Mudar e-mail/ Sair da lista: http://ymlp12.com/u.php?blogcm+humberto@adami.adv.br >Hospedagem por YourMailingListProvider >

domingo, 13 de abril de 2008

ELIO GASPARI - Cota setecentista E Sistema S - O Globo - 13.04.2008

A pesquisa sobre a Lei da História da África e Cultura Afro-brasileira, em nível municipal, pode reescrever a História do Brasil. E apontar os caminhos para a Reparação pela Escravidão do Negro, municipalizada, cuja aversão pela sociedade brasileira é evidente. Os parâmetros e argumentos da discussão da anistia pela ditadura, pró e contra, podem e devem ser acompanhados de perto pelo Movimento Negro. O sistema S, que dispõe de imensa verbas retiradas diretamente do orçamento público, já deveria ter sido alvo de medida igual ou próxima a do PROUNI, no que diz respeito ao estabelecimento de medidas de ação afirmativa para inclusão do negro na sociedade brasileira. Para que se entenda, o sistema S é constituído de Senai, Sesi, Senac, Sesc, Sebrae, entre outras. Um dos planos do IARA - INSTITUTO DE ADVOCACIA RACIAL E AMBIENTAL é protocolar representações ao Ministério Público, Federal e Estaduais, requerendo inquérito civil publico para investigação da desigualdade, por município, que aguarda a motivação e aglomeração de entidades do movimento negro. HUMBERTO ADAMI www.adami.adv.br http://www.oglobodigital.com.br/flip/?ran=FkLhrjKIkHF3Eoy8PHguguooMyUGh5514Q2aOUs7tyfI1sShdr Cota setecentista Contribuição para a bibliografia da história das políticas de ações afirmativas no preenchimento de vagas em instituições de ensino brasileiras: É possível que se possa identificar a primeira proposta de criação de um sistema de cotas escolares com base em critérios de raça antes mesmo que o Brasil tivesse universidade. Em 1796, preocupado com a quantidade de negros e mulatos libertos que andavam pelas ruas do Rio de Janeiro, o vice-rei marquês do Lavradio propôs à Corte que eles fossem todos cadastrados e remetidos a casas de correção, onde aprenderiam uma profissão. Somavam 20% da população da cidade. Em vez de oferecer uma percentagem de vagas, Lavradio pretendia botar 100% dos negros livres nas escolas. Era a Cota Total. Deu em nada. (A proposta está registrada no trabalho da professora Silvia Hunold Lara intitulado “A cor da maior parte da gente: Negros e mulatos na América portuguesa setecentista”, incluído no livro “Sons, formas, cores e movimentos na modernidade atlântica”.) Sistema $ A plutocracia aninhada nas verbas do Sistema S (R$ 8 bilhões tomados na folha de pagamento das empresas) resolveu brigar com o ministro Fernando Haddad, da Educação. Ele quer integrar a máquina do Sistema ao esforço de melhoria do ensino médio. Podem brigar, mas Haddad é o codinome de Lula. Ele conhece o Sistema S por dentro e por fora, nas suas ramificações políticas, empresariais e aéreas.

sábado, 12 de abril de 2008

Hubert Humphrey Fellowship Programa-Inscrições abertas até 30 de maio de 2008

Hubert Humphrey Fellowship Programa-Inscrições abertas até 3 Lista de mensagens Responder | Encaminhar | Apagar Mensagem #40359 de 40359 < Ant | Próximo > PUBLICIDADE Prezada Rita Moriconi Estou respondendo em email aberto , com cópia para algumas listas, em especial na “Direito e Discriminação Racial”; na “ABAA”, da Assoação Brasileira de Advogados Ambientalistas-ABAA; e na de Afrobrasilidade, com foco na Lei de Cultura Afro-brasilieira. É uma opção de democratizar o acesso, que tem dado muito certo, daí o seu sucesso. Pessoas que jamais teriam tais informações, conseguem ficar sabendo de tais oportunidades. Alguns possíveis interessados também recebem, bem como Brazil-Usa-Promotingtolerance, de contatos norte-americanos. Ainda semana passada, recebi em meu escritório, alunos de Yale e Harvard, que haviam assistido o filme” Brazil in Blck and White”, de Adam Sepan (http://www.pbs.org/wnet/wideangle/shows/brazil2/index.html ) E ( http://humbertoadami.blogspot.com/2007/09/brazil-in-black-and-white.html ), que foi apresentado no programa WIDE ANGLE , da tv norte-americana. O filme está para ser exibido em 10 cidades brasileiras, seguido de debates locais, além de apresentação em rede de TV brasileira aberta, proximamente. A parte 5 trata de mercado de trabalho, enquanto que as demais abordam o problemas das cotas, vestibulares, e autodeclaração. A questão do racismo ambiental, oriundo do norte-americano “ environmental justice”, e seus desdobramentos judiciais, é de se anotar. Como o julgamento do PROUNI começou no Supremo Tribunal Federal, e deve levar o ano inteiro, a oportunidade que se abre de descobrir pontos de interesse entre a discussão norte-americana sobre ação afirmativa e a brasileira, é relevante. Aproveito para informar que o conhecido ativista do Movimento Negro Brasileiro, e Doutorando, Carlos Alberto Medeiros, estará na UCLA, proximamente, e pode mutlplicar infomações no diálogo sobre ação afirmativa Brasi-Eua. Duvido que o caro Giovanni Harvey possa estar acessando os emails com regularidade, vez que, como sabe, assumiu cargo de Sub-secretario na SEPPIR, assessorando o Ministro Edson Santos , da Igualdade Racial. Encontrei-o quarta aqui no Rio, na companhia do Ministro, e já com agenda para quinta em Salvador, nesta correria em que se transforma a vida das pessoas em cargps governamentais. Mas a INCUBADORA AFROBRASILEIRA funciona a plenos vapores, e provavelmente alguem repassará a infomação para os empreendedores sociais de lá. Oportuno lembrar que os estudantes da UNIPALMARES podem anotar tal oportunidade para futuramente mirar suas opções.. E será uma satisfação ver os milhares de oriundos do EDUCAFRO, participando, em breve, de tais oportunidades, ou se integrando aos bolsistas da Fullbright, no Brasil. Por fim, penso que IROHIN e AFROPRESS podem contribuir multiplicando o acesso a tal infomação. Muitos dos atuais detentores do Poder, no Brasil, como a própria Ministra Presidente do STF, Ellen Gracie, dentre, outros, foram bolsistas Fullbright, e de ouras instituições, e ótimo que pessoas oriundas de camadas menos favorecidas da população tenham tal possibilidade. Penso ter atendido a solicitação. Saudações Humberto Adami WWW.ADAMI.ADV.BR De: Rita Moriconi [mailto:rita@fulbright.org.br] Enviada em: sexta-feira, 11 de abril de 2008 17:58 Para: 'Giovanni Harvey---0'; humberto@adami.adv.br Cc: 'Rejania Araujo'; 'Luiz Valcov Loureiro' Assunto: ENC: Hubert Humphrey Fellowship Programa-Inscrições abertas até 30 de maio de 2008 Caros Giovanni e Humberto, Tive a chance de conversar com o Humberto Adami sobre o programa abaixo e como a Comissão Fulbright está tentando atrair candidatos na área de empreendedorismo social para este programa. A Rejania Araujo da Comissão Fulbright de Brasília que você conhece, Humberto, está encarregada do programa. Peço-lhes que divulguem esta oportunidade para seus contactos e indiquem possíveis participantes a esta oportunidade. Estou copiando a Rejania neste email também. Um grande abraço aos dois, Rita Bolsas de Estudo para Aperfeiçoamento Profissional nos Estados Unidos inscrições até 30 de maio de 2008 Estão abertas as inscrições para o Hubert Humphrey Fellowship Program 2009/2010. O Programa oferece bolsas de estudos nos Estados Unidos, para profissionais brasileiros do setor público e do terceiro setor (ONGs), preferencialmente empreendedores sociais, em meio de carreira, com comprovado potencial de liderança e atuantes nas áreas de: · Manejo de Recursos Naturais e Meio Ambiente; · Desenvolvimento e Economia Agrícola; · Direito (com foco em Direitos Humanos); · Drogas (Educação, Prevenção e Tratamento); · Planejamento Urbano e Regional (com foco em habitação popular); · Políticas e Administração de Saúde Pública; · Política e Administração de Tecnologia (com foco em inovação); · Políticas e Planejamento Educacional (democratização, acesso e equidade do ensino superior); · Tráfico de pessoas (políticas de prevenção). Informações na Comissão Fulbright: (61) 3248-8600, www.fulbright.org.br.