quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

OAB cria Comissão Nacional da Verdade sobre a Escravidão

OAB cria Comissão Nacional da Verdade sobre a Escravidão

O Reitor da Universidade Zumbi dos Palmares, José Vicente, tomou posse hoje na Comissão Nacional da Verdade sobre a Escravidão Negra, criada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados Brasil (OAB), representando a instituição que é uma das universidades parceiras para discutir o tema, pesquisas e avaliações que farão parte de relatórios no final deste ano e um documento final previsto para dezembro de 2016.
Segundo o reitor, o objetivo da Comissão é resgatar a história da população negra no Brasil, para que sirvam de orientação para políticas públicas e ações afirmativas para a população negra brasileira.
Inspirado na Comissão Nacional da Verdade que investigou o período da ditadura no Brasil, o grupo composto por 57 membros – 10 advogados, 35 consultores e 15 convidados do judiciário e Ministério Público – terá prazo de dois anos para concluir o trabalho.
De acordo com Humberto Adami, presidente do Colegiado que forma a Comissão, o objetivo é buscar todas aquelas ações da escravidão que persistem até hoje e fazem do país um campeão da desigualdade da discriminação e do racismo. É preciso que investiguemos a fundo os fatos da escravidão assim como a Comissão Nacional da Verdade investigou fatos da ditadura e da tortura que persistem até hoje.
Participaram também da posse da Comissão, a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Republica, Ideli Salvatti e instituições como a Universidade Zumbi dos Palmares, o Instituto de Pesquisa e Estudos Afro-Brasileiros (Ipeafro), o Instituto Nzinga Mulher Negra e outras universidades brasileiras.
Marcus Vinicius Furtado Coelho cobrou do governo federal uma comissão nos moldes da que foi empossada hoje pela OAB. “Somos um só Brasil. Queremos uma nação de iguais. O fim do racismo e do preconceito, não admitindo a intolerância e a discriminação, são fundamentais para a construção de uma sociedade justa, solidária e fraterna”, disse ele.
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Audiencia Pública Chacina do Cabula OAB BA

Amanhã 26.02, representarei o Presidente do Conselho Federal da OAB, na Audiencia Pública da OAB BA, sobre a Chacina do Cabula . Humberto Adami

Raimunda Luzia, movimento negro de Campo Grande

Acho que essa foto 'e 2007 /2008. As cotas no emprego público foram construídas em várias fases. Campo Grande.  Eu (de barba) e Raimunda  Luzia.  Humberto Adami

Conceição Leal, movimento negro de Uberlandia.


Dia desses , estive com Conceicao Leal: Movimento Negro de Uberlandia e
Do Brasil

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Quilombos & Longevidade

Visitei hoje meu amigo Damião Braga, e sua esposa Lúcia.  Fui acompanhado de minha mãe Zeni, 90, e minha tia Didi, 92. Damião 'e o quilombola responsável pelo reconhecimento do Quilombo Pedra do Sal, no Rio de Janeiro, como primeiro quilombo urbano do país, juntamente com Quilombo do Sacopa, de quem fui advogado por 15 anos. Damião também 'e um dos líderes da Frente Nacional Quilombola, que  esteve ao meu lado na audiência pública na Câmara dos Deputados, onde se  requereu auditoria operacional que se desenvolve no TCU Tribunal de Contas da União, por conta do "Programa Brasil Quilombola", programa de 500 milhões de reais, 11 ministérios, com execução orçamentária de apenas 14%. Um absurdo. Damião Braga 'e uma das peças chaves da novel Confederação Nacional Quilombola, que terá seu estatuto assinado dia 20 de março, em Brasília, e pela qual se pretende ajuizar demandas de interesse quilombola no STF. . Como representante da sociedade civil no Projeto " Rota do Escravo", 'e singular que Damiao não ter endereço conhecido e divulgado, por questão de segurança, desde seu trabalho na questão quilombola. Quando fui Ouvidor da SEPPIR, pude atender vários desses chamados dos companheiros quilombolas. Na tarde de ontem, companheiros do PSTU manifestaram apoio 'a Confederação, e a Comissão Nacional da Verdade sobre a Escravidão Negra no Brasil, do Conselho Federal da OAB. Foi na longeva companhia de Zeni e Didi, regada a cerveja ( pouquinha por causa da lei seca, cana dura no Rio), e acaraje, que pude perceber, mais uma vez, como 'e antiga a luta quilombola no Brasil.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Installation de la commission nationale de vérité sur l'esclavage noir au Brésil

19/02/2015 16:41:51
Installation de la commission nationale de vérité sur l'esclavage noir au Brésil
La Commission Nationale de Vérité sur l'Esclavage Noir a été installé a été installé au siège du Conseil Fédéral de l'Ordre des Avocats du Brésil l (OAB) à Brasília. Le groupe de travail a pour objectif de réaliser la récupération historique de cette période et d'analyser les responsabilités, en plus de démontrer l'importance des actions affirmatives comme méthode réparation pour le peuple noir.
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Au cours de l'événement, le président national de l'OAB, Marcus Vinícius Coelho, a évoqué le mythe de la démocratie raciale, qui masque la violence vécue par la population noire, principalement les jeunes. Selon lui, à cause du passé esclavagiste, « être noir au Brésil, malheureusement signifie avoir moins accès au droit et subir plus de violence « .

À cette occasion, le juriste a utilisé les chiffres publiés par l'Institut de Recherche Économique Appliquée (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA) au cours de ces dernières années, qui montrent des indicateurs socioéconomiques bien inférieurs pour la population afrobrésilienne.

Selon les indices, les enfants blancs sont ceux qui ont plus accès aux crèches ; 60% des prisonniers sont noirs ; la moyenne des études académiques pour la population afrobrésilienne dure envrion 2 ans de moins par rapport aux blancs, entre autres exemples.

« J'amène ces données non pas pour renforcer le sentiment de scission ou de séparation entre blancs et noirs, mais pour démontrer que la coupure entre les races est décisive pour l'avenir d'une grande partie de la population brésilienne. Qu'il s'agisse de la sécurité publique en ce qui a trait à l'incarcération ou de l'accès aux droits sociaux comme la santé, l'éducation ou de l'habitat « , a-t-il déclaré.

Coelho a également attiré l'attention sur l'importance des quotas. « Nous considérons que les actions affirmatives sont fondamentales. Il faut traiter de manière égaux les égaux et de manière inégale ceux qui subissent les inégalités, à la mesure des inégalités dont ils sont victimes « , a-t-il conclu.

Institutions Partenaires

L'événement a été l'occasion de la signature d'un contrat de coopération entre l'OAB et l'Institut Afrobrésilien de l'Enseignement Supérieur de la Faculté Zumbi dos Palmares,dans le cadre de la Commission. Le groupe reçoit également l'appui d'organisation comme l'Institut de Recherche et des Études AfroBrésiliennes (IPEAFRO); et de l'Institut Nzinga Mulher Negra.

''Cultura noire''

Ouvert au public, l'événement a accuilli des membres de la société civile de l'ensemble du pays. Parmi ceux-ci, le groupe mirim do Olodum, de Salvador (BA), qui a entonné l'Hymne National Brésilien au son des tambours.

Les présentations ont été agrémentées par le Congado de quilombolas de Patos et de Paracatu (MG); letras de Coco – un rythme du nord-est influencé par les cultures africaine et indigène – interprété par Martinha do Coco; et le groupe TAMNOÁ (Tambores do Paranoá), du Distrcit Fédéral.

Les membres de la commission sont :

Humberto Adami Santos Júnior, Carlos Alberto De Souza e Silva Júnior, Eunice Aparecida de Jesus Prudente, Jorge Lopes de Farias, Jorge Luis Terra da Silva, José Vicente, Laura Taddei Alves Pereira Pinto Berquó, Marco Antonio Zito Alvarenga, Maria Da Penha Santos Lopes Guimarães, Raimunda Luzia de Brito, Samuel Santana Vida, Sandra Cristina Machado, Silvio Luiz de Almeida, Vera Lucia Santana Araújo, André Ricardo Cruz Fontes, Antônio Gomes da Costa Neto, Carlos Alberto Caó Oliveira dos Santos, Carlos Nobre Cruz, Cláudia Reina, Eduardo Araujo de Souza, Elisa Larkin, Elzimar Maria Domingues, Evandro Piza Duarte, Flavia Helena de Lima, Guaraci De Campos Vianna, Hebe Maria da Costa Mattos Gomes De Castro, Helena do Socorro Campos da Rocha, Ivete Alves do Sacramento, João Jorge Santos Rodrigues, Jorge da Silva, José Antônio Ventura, Julio Cesar de Tavares, Marcelo Dias, Maria das Graças Santos, Neivaldo de Lima Virgilio, Nilson Bruno, Nívea Mônica da Silva, Noelia Castro de Sampaio et Wilson Prudente.

 


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Sera que Eduardo Cardoso vai se reunir com advogados dos chacinados do Cabula e Planaltina?

Sera que o Ministro da Justica Eduardo Cardoso vai se reunir com advogados dos chacinados do Cabula e Planaltina? Esta a pergunta que cabe, visto que ha muito, as vitimas da violência policial procuram e nao conseguem, o respeito 'a lei, e o banimento da inconsticional Pena de Morte que 'e executada no Pais. O REAJA OU SERA MORTO quer.

Humberto Adami