sábado, 29 de junho de 2013

Manual da AUDITORIA OPERACIONAL


Caros Damiao, Ventura e Antonio.

Vi uns trechos editados da Audiência Publica da CDDH em 19.06, sobre o Programa Brasil Quilombola, e o uso de apenas 14% do orçamento. 

Faltaram os trechos da auditoria operacional que sera realizada pelo TCU, E CGU. 

Se o dinheiro sai, 400, 500 milhões, porque não chega aos quilombolas? Estão chegando denuncias na CDDH. 

Abaixo o link do MANUAL de AUDITORIA OPERACIONAL, para que nos apropriemos dessa ferramenta, importante neste novo cenário.

Reiteramos a ausência de relatório de monitoramento e avaliacao do Programa Brasil Quilombola, a cargo do CNIPIR, para avaliação da implementação da politica publica.

Humberto Adami
------Mensagem original------
De: iara
Para: iara
Assunto: Manual da AUDITORIA OPERACIONAL
Enviada: 29 jun, 2013 23:23



http://portal2.tcu.gov.br/portal/pls/portal/docs/2058980.PDF

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Comissão de Direitos Humanos questiona execução da verba destinada aoPrograma Brasil Quilombola

sexta-feira, 14 de junho de 2013

No exame

http://instagram.com/p/ai8HA7K4h4/

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Gays, evangelicos, negros e quilombolas.

No conflito entre gays e evangélicos, os negros continuam negros; os quilombolas continuam quilombolas.

Humberto Adami

Advogado e Mestre em Direito


quarta-feira, 29 de maio de 2013

IARA e parceiros no CNJ por perícia em educação étnico racial

O IARA Instituto de Advocacia Racial e Ambiental, e seus parceiros, protocolaram pedido de providencia junto ao CNJ Conselho Nacional de Justiça, para ver nomeado perito judicial para apurar implementação da Lei 10.639 (11.645), que dispõe sobre a História da África e cultura afro-brasileira, nos curriculos escolares. 
Na ação de 2008, até hoje nao foi nomeado perito judicial. Sao requeridos o Governo do Estado do Rio de Janeiro; a Municipalidade do Rio de Janeiro; e  escolas privadas. Os requerentes requerem a intervenção do CNJ para, após 5 anos da medida cautelar, seja nomeado perito judicial para realização da perícia nos curriculos.
Humberto Adami
Advogado e Mestre em Direito
humbertoadami@gmail.com

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Racismo de LOBATO no STF - Correio Braziliense


Polêmica sobre racismo na obra de Monteiro Lobato continua
do livro Caçadas de Pedrinho pelo PNBE
Na semana passada, PGR aconselhou o STF a indeferir a liminar contra o uso 

Publicação: 23/05/2013 18:52 Atualização: 23/05/2013 19:04

A Procuradoria Geral da República (PGR), na quinta-feira passada (16/5), se manifestou contrariamente ao acolhimento do pedido de liminar protocolada pelo Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (Iara) ao Supremo Tribunal Federal (STF). Entre outras demandas, a instituição solicitou a suspensão do parecer n° 6/2011 do Conselho Nacional de Educação (CNE) até que a questão fosse analisada pela presidente Dilma Rousseff.
 
Porém, a PGR entende que o caso já foi analisado em três instâncias administrativas e não existem motivos suficientes para a presidente se manisfestar. Portanto, até que seja julgado pelo STF, continua em vigor o parecer do CNE, que permite o uso de livros com esteriótipos raciais na educação básica brasileira, desde que a leitura seja acompanhada por professores aptos a explicar aos alunos o contexto histórico em que a obra foi produzida.
   
De acordo com o Iara e o professor pesquisador da área de relações sociais Antônio Gomes, também crítico da adoção de livros com conteúdo discriminatório em sala de aula, o governo não está promovendo de maneira satisfatória a capacitação de professores em educação étnico-racial. "Qual foi a medida efetiva tomada depois da homologação do parecer do CNE? Nenhuma. A liberdade de expressão está prevalecendo sobre o racismo, que está se perpetuando com a leitura de livros racistas não supervisionada por profissionais capacitados", ressalta Antônio Gomes.
 
Segundo o advogado do Iara, Humberto Adami, a legislação nacional e internacional de combate ao racismo não está sendo observada e as diretrizes de aquisições do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), que proíbe a compra com dinheiro público de obras preconceituosas e com esteriótipo, também estão sendo ignoradas. Adami acredita que a iniciativa do Iara já é vitoriosa, pois chamou a atenção da sociedade sobre o tema.
 
Entenda o caso
O imbróglio começou em 2010, quando o o professor Antônio Gomes era técnico em gestão educacional da Secretaria do Estado da Educação do Distrito Federal e denunciou ao CNE a existência de trechos racistas na obraCaçadas de Pedrinho, de Monteiro Lobato. O livro era referência da rede particular de ensino do DF e integrou o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) em 1998 e em 2003.
 
Inicialmente, o Conselho recomendou, por meio do parecer  nº 15/2010, que a distribuição do livro pelo governo fosse suspensa. Além disso, o órgão recomendou o acréscimo ao livro de uma nota alertando sobre o conteúdo e  orientou que as escolas utilizassem o livro apenas se o professor tivesse preparo para tratar de racismo com os alunos.
 
A deliberação não foi homologada pelo então ministro da Educação, Fernando Haddad. O Ministério da Educação solicitou ao CNE que revissasse a recomendação. O Conselho voltou atrás e decidiu, com novo parecer (n° 6/2011), que cada professor deveria dar as explicações necessárias sobre preconceito em sala de aula, além de sugerir que fosse acrescentada uma nota explicativa sobre o conteúdo na obra e reiterou a necessidade de capacitar os profissionais da educação para discutir assuntos étnico-sociais. 
 
Foi então que Antônio e o Instituto entraram na Justiça para que o livro não fosse distribuído e financiado pelo governo e nem utilizado nas escolas sem que antes se acrescentasse a nota técnica sobre racismo à obra ou pelo menos que existissem medidas concretas para a capacitação de professores em educação étnico-racial. 
 
Duas audiências de conciliação, convocadas pelo ministro Luiz Fux, ocorreram em setembro de 2012, mas não se chegou a um consenso sobre a polêmica. O impasse, portanto, aguarda a deliberação do ministro Luiz Fux, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), que não tem previsão para ser votado pelo plenário.
 
Demandas paralelas
Também em 2012, o Iara entrou com ação no STF contra a adoção pelo PNBE de outra obra de Monteiro Lobato, o conto Negrinha, alegando que o livro traz conteúdo racista e sexista. 
 
No início de 2013, o professor Antônio Gomes e o Instituto abriram outro processo no STF sobre o não cumprimento ou cumprimento parcial da Lei nº 10.639/03, alterada pela Lei nº 11.645/08, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana em todas as escolas públicas e particulares, do ensino fundamental até o ensino médio. Segundo os requerentes, as universidades federais brasileiras deveriam oferecer disciplinas de educação étnico-racial nos cursos de formação de profissionais de educação para garantir que os futuros docentes tenham a qualificação necessária para tratar sobre o preconceito em sala de aula.
Anúncios Google

Tudo o Que Você Sempre Quis Saber
Sobre a Ordem Maçônica. Confira!

Esta matéria tem: (0) comentários

Não existem comentários ainda

Comentar

Para comentar essa notícia entre com seu e-mail e senha

 

Caso você não tenha cadastro,
Clique aqui e faça seu cadastro gratuito.
Esqueci minha senha »

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Blog do Zé cita Humberto Adami e Antônio Gomes.


Mensagem #84920 de 84921 < Ant | Próximo >
Blog do Zé cita Humberto Adami e Antônio Gomes.
E elogia.
Só nao agradamos aos afroaloprados.
Continuamos censurados na Afropress.
Copiando a galera do meu caçula de 16: "Chupa essa!"
Humberto Adami

blog do zé
Direita em ação: contra inclusão racial e casamento de parceiros do mesmo sexo
Publicado em 22-Mai-2013

O Partido Social Cristão (PSC) entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a suspensão da resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), adotada a partir da semana passada, que estabelece que os cartórios não podem recusar celebrar o casamento civil e nem a conversão da união estável homoafetiva em casamento.

Image
Marco Feliciano
O PSC, vocês se lembram, despontou para a notoriedade nacional a partir do momento em que elegeu o deputado-pastor Marco Feliciano (PSC-SP) presidente da Comissão de direitos Humanos e Minorias da Câmara. O deputado é acusado, e processado inclusive, por suas posições racistas e homofóbicas.

A norma do CNJ obrigou todos os cartórios do país a cumprirem a decisão do STF, de maio de 2011, de realizar a união estável de casais do mesmo sexo. Além disso, obrigou a conversão da união em casamento e também a realização direta de casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Para o PSC, cabe ao Congresso decidir sobre o tema. Para o partido, a resolução do CNJ "não tem força legal" por não ter sido submetida a debate e aprovação no Legislativo. O PSC sustenta, ainda, que a Constituição estabeleceu que o casamento civil deve ocorrer entre o homem e a mulher.

Um retrocesso seguido de outro


Enquanto o PSC recorre à Corte Suprema para barrar um processo que avança em todo o mundo, a Justiça Federal suspendeu os quatro editais de incentivo à cultura negra lançados pelo Ministério da Cultura (MinC) em novembro de 2012, por entender que eles representam uma prática racista. Com um valor total de R$ 9 milhões, os editais foram abertos pela ministra Marta Suplicy, como parte das políticas de inclusão que desenvolve à frente da Pasta.

A decisão é monocrática, de um único juiz - de José Carlos do Vale Madeira, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Maranhão - e foi publicada no Diário Oficial da União na 2ª feira desta semana. Ele escreveu que o MinC “não poderia excluir sumariamente as demais etnias†e que os editais “destinados exclusivamente aos negros abrem um acintoso e perigoso espectro de desigualdade racialâ€. Em nota, o MinC informou que vai recorrer da decisão.

Eu fico com a posição externada pelo Humberto Adami, diretor do Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (IARA)."É uma decisão equivocada. Ela deixa de reconhecer a Constituição Federal, o Estatudo da Igualdade Racial e tratados internacionais de combate à discrimição racial assinados pelo Brasil desde 1960, no sentido de combater o racismo e fomentar a inclusão dos afrodescendentes, que historicamente sofrem exclusão."

É a velha direita em ação


E endosso, do mesmo modo, a exposta pelo Antonio Costa Neto, também do IARA."O racismo no Brasil em relação ao negro é uma questão histórica. Houve racismo durante a escravidão, posteriormente com a teoria de branquear a população e depois como política pública na educação e também na imigração. Então hoje tentamos desconstruir o racismo através de políticas públicas afirmativas. Se fizermos um recorte racial, há poucos produtores negros com acesso a essas política públicas", defendeu Costa Neto.

Para mim, tanto na caso do PSC, como no do Juiz que atendendo a uma ação movida por um cidadão suspendeu os editais do MinC temos aí a nossa velha direita em em ação. Vamos à luta! Temos que defender tanto o avanço nessa questão de gênero que motiva debate no momento em todo o mundo quanto as decisões da ministra Marta Suplicy, que decididamente não merecem reparo.

 

(Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr)

 


[Comentar]
nome:
email:
comentário:

máx. 600 caracteres.
digite o código de segurança:  Code


Enviado via iPad